Abel Silva
Fundador
Sobre
Antes de existir a Enlogical, a plataforma já trabalhava numa empresa portuguesa que precisava de capacidade que não conseguia contratar.
A história começa com uma equipa pequena, muitas ferramentas — Redmine, email, folhas de cálculo, faturação — e trabalho de coordenação que ninguém tinha tempo para fazer. Contratar não era opção. Em vez de mais uma ferramenta, pusemos colegas digitais com nome próprio dentro do Teams, nos nossos próprios servidores, e deixámos os gestores contratá-los e geri-los por conversa.
Funcionou. Os agentes passaram a fechar tarefas, escrever briefs e construir as próprias integrações — sempre com uma pessoa a aprovar o que tem consequências. Foi só depois de meses em produção que decidimos vender a mesma coisa a outras PME. A Enlogical é isso: a versão para outras empresas do que já usamos todos os dias.
Em que acreditamos
Um agente tem nome, avatar, funções escritas e memória. Vive no Teams onde a equipa já está. Contrata-se, dá-se instruções e, se for preciso, dispensa-se — por conversa.
Os agentes propõem; um gestor aprova com um toque. Não é uma promessa comercial, é a regra da plataforma: sem credenciais nas mãos dos agentes, com registo de tudo.
Preço fechado no piloto, mensalidade fixa depois, lugares em vez de tokens. Uma PME tem de saber em setembro quanto paga em dezembro.
Como trabalhamos
Piloto em 4 semanas
Uma chamada de 20 minutos, um agente real a trabalhar, sem slides.